Tropa estratégica se adestra para operações em ambientes aquáticos

Operacionalidade

Brigada de Infantaria Pára-quedista

• O Exército visa aprimorar a resposta e a operacionalidade dos militares. Tropas, como a Brigada de Infantaria Pára-quedista, participaram da Operação Biguá, iniciando o ciclo de capacitação para infiltração aquática.

• A atividade, na Zona de Lançamento de Sahy, faz parte de um programa que culminará em salto noturno em massa d’água, aumentando a prontidão e a capacidade de atuação em regiões sem zonas de lançamento. A Força-Tarefa Biguá, com 230 militares, promove integração e padronização.

• O preparo contínuo garante flexibilidade no planejamento de operações em qualquer área do país.

Mangaratiba (RJ) – A capacidade de pronta resposta e o aprimoramento da operacionalidade dos militares são objetivos do Exército na preparação de seus efetivos. Tropas de emprego estratégico da Força Terrestre, como as da Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt), ganham papel de destaque, com a capacitação permanente de seus efetivos. Nesse sentido, meios da Brigada participaram da Operação Biguá, no Rio de Janeiro, marcando o início do ciclo operacional voltado à capacitação de tropas para infiltração em ambiente aquático.
 


A atividade foi realizada na Zona de Lançamento de Sahy, região de Mangaratiba (RJ), e integra um programa progressivo de preparo, que culminará na execução de salto noturno em massa d’água, armado e equipado, ampliando o nível de prontidão e a capacidade de emprego da tropa em diferentes zonas de lançamento.

O adestramento habilita os paraquedistas a realizarem operações aeroterrestres em rios, lagos e áreas litorâneas, ampliando significativamente o espectro de atuação da Força. Essa capacidade permite o acesso a regiões desprovidas de zonas de lançamento terrestres, garantindo maior versatilidade no planejamento e na execução de operações.
 


Organizada com base no 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista — atual Força de Prontidão da Bda Inf Pqdt — a Força-Tarefa Biguá reúne cerca de 230 militares, oriundos de diversas organizações militares da Brigada, reforçando a integração de meios e a padronização de procedimentos voltados ao emprego conjunto da tropa.

Envolvimento vertical e a maximização do poder de combate

No complexo campo de batalha contemporâneo, a capacidade de envolvimento vertical constitui uma vantagem tática e estratégica decisiva. O emprego de tropas aeroterrestres permite a projeção rápida de poder militar além do dispositivo do oponente.

Essa manobra supera os obstáculos físicos do terreno para conquistar pontos sensíveis, cortar linhas de suprimento e desarticular a retaguarda contrária pelo elemento surpresa. Nesse contexto doutrinário, o rigoroso adestramento da Força-Tarefa Biguá atua como um multiplicador direto de poder de combate.
 


Preparo contínuo e prontidão da Força

A execução do salto em massa d’água representa uma das etapas mais exigentes do preparo operacional, demandando elevado nível de coordenação, condicionamento físico e domínio técnico por parte dos militares. 

A atividade possibilita a manutenção de elevados padrões de preparo e prontidão, assegurando a capacidade de resposta em todo o território nacional, independentemente das características geográficas ou operacionais da área de emprego, permitindo o planejamento mais flexível das operações.


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Fonte: Brigada de Infantaria Pára-quedista

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