Operação Escudo registra resultados no combate aos ilícitos transfronteiriços na Amazônia

Operacionalidade - Faixa de Fronteira

Publicado em 02/07/2026 09h00 | Atualizado em 02/07/2026 15h49

Foto: ST Sionir (CCOMSEx)

• O Exército Brasileiro, através do Comando Militar da Amazônia, intensifica o combate a crimes ambientais e transfronteiriços com a Operação Escudo.

• As tropas atuam em áreas estratégicas para proteger a fronteira amazônica e resultaram em um prejuízo de mais de 1,2 bilhão de reais ao crime organizado no primeiro semestre de 2026. Destaque para apreensões significativas de drogas e ouro.

• Os Pelotões Especiais de Fronteira simbolizam a dedicação e resiliência dos militares nas regiões remotas, reforçando a presença do Estado e contribuindo para a segurança nacional.

Por 2º Ten Coutinho (CCOMSEx)

Manaus (AM) – O Exército Brasileiro, por intermédio do Comando Militar da Amazônia (CMA), intensifica as ações de combate aos crimes ambientais e aos ilícitos transfronteiriços por meio da Operação Escudo. A iniciativa integra o conjunto de medidas permanentes de vigilância e proteção da faixa de fronteira amazônica, contribuindo para a preservação dos recursos naturais e para a segurança da população da região.
 


As ações são desenvolvidas por tropas e estruturas militares desdobradas ao longo da fronteira, incluindo os Pelotões Especiais de Fronteira, que atuam em áreas estratégicas da Amazônia Legal. O emprego permanente dessas capacidades permite ampliar a fiscalização de eixos fluviais e terrestres utilizados por grupos criminosos envolvidos com o narcotráfico, o tráfico de armas e munições, o garimpo ilegal e outros delitos transnacionais. “Nós temos, entre as nossas vocações estratégicas, o combate aos crimes transnacionais, e, durante 365 dias do ano, estamos em operações: é o que nós chamamos de prontidão operacional permanente”, afirmou o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Luiz Gonzaga Viana Filho.
 

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No primeiro semestre de 2026, as operações conduzidas pelo Comando Militar da Amazônia apresentaram resultados significativos, evidenciando a efetividade das ações desenvolvidas pela Força Terrestre no enfrentamento aos ilícitos na região.
 


Entre janeiro e junho de 2026, as operações realizadas pelo CMA causaram prejuízo estimado em mais de 1,2 bilhão de reais ao crime organizado, decorrente de apreensões de entorpecentes; apreensão de ouro; neutralização de estruturas e da logística empregada no garimpo ilegal; além de outras ações de fiscalização e repressão aos ilícitos transfronteiriços.
 

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Os resultados foram alcançados com investimento aproximado de R$ 14 milhões, destinados ao emprego operacional das tropas e ao apoio logístico das ações executadas em toda a área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia.
 


Apreensões recordes

Os resultados foram alcançados com investimento aproximado de R$ 14 milhões, destinados ao emprego operacional das tropas e ao apoio logístico das ações executadas em toda a área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia.
 

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Outro resultado de destaque foi registrado na região de Japurá (AM), área de atuação do Comando de Fronteira Japurá/17º Batalhão de Infantaria de Selva. Na ocasião, militares apreenderam cerca de 5,3 quilogramas de ouro transportados irregularmente, causando prejuízo estimado de R$ 3,5 milhões às atividades relacionadas ao garimpo ilegal.
 


As operações conduzidas pelo Comando Militar da Amazônia demonstram o permanente compromisso do Exército Brasileiro com a proteção das fronteiras, a preservação do meio ambiente e o enfrentamento aos ilícitos que afetam a segurança da sociedade. O emprego contínuo das tropas em áreas estratégicas da Amazônia contribui para ampliar a presença do Estado e fortalecer as ações de vigilância e fiscalização na faixa de fronteira.
 


O Exército Brasileiro permanece vigilante e atuante na Amazônia, empregando seus meios e capacidades para cumprir sua missão constitucional e contribuir para a segurança e o desenvolvimento da região.
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Vida, combate e trabalho

“Vida, combate e trabalho” sintetiza a essência dos Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) do Exército Brasileiro. Mais do que um lema, essa tríade representa a realidade vivida por militares que deixam os grandes centros urbanos e, acompanhados de suas famílias, assumem a missão de servir em algumas das regiões mais remotas e desafiadoras do país.
 


Na fronteira, a vida ganha um significado especial. Longe dos centros de apoio e das facilidades das grandes cidades, militares e familiares constroem uma rotina marcada pela adaptação, pela resiliência e pelo fortalecimento dos laços comunitários. É nesse ambiente que homens, mulheres e crianças aprendem a conviver com as particularidades da Amazônia, transformando desafios em oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
 


O combate e o trabalho remetem ao papel fundamental que os militares dos Pelotões Especiais de Fronteira desempenham na proteção do território brasileiro, atuando na vigilância das fronteiras, no combate a ilícitos transfronteiriços e na manutenção da presença do Estado em áreas estratégicas para o país. Sua atuação silenciosa e constante contribui diretamente para a segurança nacional e para a preservação dos interesses do Brasil.
 


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Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército

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