Exército intensifica adestramento em Operações Fluviais

Operacionalidade - Faixa de Fronteira

Publicado em 19/06/2026 09h00 | Atualizado em 19/06/2026 09h39

2º Batalhão de Infantaria de Selva

• O Brasil possui a maior rede hidrográfica do mundo, com mais de 27 mil quilômetros de rios navegáveis.

• O Exército Brasileiro se prepara constantemente para atuar em áreas fluviais, especialmente na Amazônia e no Pantanal. Realiza patrulhas e bloqueios fluviais, utilizando tecnologia do SISFRON para combater crimes.

• O 2º Batalhão de Infantaria de Selva em Belém treina pessoal em operações fluviais.

Belém (PA) – Dono da maior rede hidrográfica do mundo, com mais de 27 mil quilômetros de rios navegáveis, o Brasil tem nesse ambiente operacional um cenário desafiador. Especialmente na Amazônia e no Pantanal, as vias fluviais representam o único meio de transporte viável em algumas situações. Por essa razão, o Exército Brasileiro busca o constante preparo de pessoal e meios a fim fazer frente às missões em áreas ribeirinhas.
 


Operações realizadas no âmbito do Comando Militar da Amazônia, Comando Militar da Amazônia Oriental e Comando Militar do Oeste requerem o emprego de tropas especializadas em ambientes fluviais. A faixa de fronteira é delimitada em diversos pontos por rios, tornando necessário o adestramento constante em ações embarcadas, seguindo a estratégia da presença e dissuasão.
 


Desse modo, são realizadas ações de vigilância, como patrulhas e postos de bloqueio e controle fluviais, com o emprego de meios tecnológicos do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON). Operações como a Ágata e a Catrimani utilizam em larga escala meios fluviais, combatendo ilícitos transfronteiriços e a logística de organizações criminosas que atuam nessas áreas.
 


Adestramento em Operações Fluviais

Com o intuito de adestrar essa capacidade, o 2º Batalhão de Infantaria de Selva, sediado em Belém (PA), realizou um adestramento voltado às Operações Fluviais, fortalecendo o preparo da tropa para atuar em ambientes ribeirinhos. Durante a atividade, os militares treinaram técnicas de infiltração aquática, embarque e desembarque em embarcações em movimento, além de procedimentos de bloqueio e fiscalização fluvial.
 


O treinamento contribui para manter a tropa em condições para atuar em áreas de difícil acesso, reforçando a segurança e o monitoramento das vias navegáveis na região. O preparo constante garante maior prontidão operacional do Exército Brasileiro em missões na Amazônia.
 


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Fonte: 2º Batalhão de Infantaria de Selva

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