Comandante do Exército participa da Páscoa dos Militares na AMAN

Assistência espiritual

Publicado em 30/05/2024 16h10 | Atualizada em 30/05/2024 16h36

Resende (RJ) – Nos dias 29 e 30 de maio de 2024, a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) realizou a tradicional Páscoa Acadêmica, que evoca parte das tradições tão caras e necessárias à manutenção dos valores militares. A atividade marca o ponto alto da vida litúrgica dos militares das Forças Armadas do Brasil ao celebrar a ressurreição de Cristo.

A exemplo de 2023, este ano os eventos também contaram com a participação do Comandante do Exército, General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, do Arcebispo Ordinário Militar do Brasil, Dom Marcony Vinícius Ferreira, de todo o efetivo da AMAN, da Família Militar e da sociedade de Resende e região.

Em 29 de maio, a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida foi recepcionada na Capelania Militar, após ser trazida da Basílica de Aparecida por uma representação de cadetes da AMAN.

Nesta quinta-feira, dia 30, os fiéis católicos participaram de uma celebração no Pátio Marechal Mascarenhas de Moraes, seguida de uma procissão rumo ao Pátio Duque de Caxias, onde ocorreu a benção final da Páscoa Militar.  Simultaneamente ocorreram o Culto Evangélico e a Reunião Espírita. 

O Comandante do Exército salientou que é tempo de celebrar uma nova vida e a esperança: “A Páscoa Acadêmica é um dia de parada para nos voltarmos para o nosso interior e agradecermos por tudo que aconteceu em nossas vidas.  Nos unimos na Academia Militar pelo fato de que a AMAN é o coração anímico do Exército Brasileiro. Aqui, encontramos idealistas, jovens e entusiastas e rezamos para que essas pessoas mantenham essa vibração e jovialidade", salientou General Tomás. 


Por que os militares celebram a Páscoa fora da Semana Santa?
A celebração da Páscoa pelos militares brasileiros, em período diferente da celebrada pela Igreja Católica, ocorre pelo fato de que à época da Segunda Guerra Mundial, no período da Páscoa, os militares brasileiros estavam envolvidos em missões longe de casa ou escalados para serviços e não puderam participar da festividade religiosa.

 

Fonte: Academia Militar das Agulhas Negras

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