Operação Samaúma tem a primeira mulher comandando militares no combate a crimes ambientais

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Publicado em: 12 ago 2021
Crédito: Sd Luan Souza / Sd Axel

Altamira (PA) – Entre os dias 16 de julho e 1º de agosto, a Sargento Lara, do 1º Grupamento de Artilharia de Campanha de Selva, cuja qualificação militar é de Manutenção de Comunicações, liderou patrulhas terrestres e fluviais no Pará, durante a Operação Samaúma. Com isso, o Pará tem a primeira mulher militar do Exército Brasileiro como líder de um grupo de combate em operações contra crimes ambientais. As atividades foram paralelas à função de chefe das comunicações que ela desempenhou durante sua atuação na operação. A Terceiro-Sargento Isabela Lara Teixeira comandou oito cabos e soldados, todos homens, em atividades de prevenção a crimes ambientais em Porto Maribel, nas proximidades de Altamira.

Trajetória

A militar seguiu a tradição da família: seu pai é policial militar e a irmã, terceiro-sargento do Exército. Foram dois anos de formação militar, que ocorreu no 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha e na Escola de Sargento de Logística. Ela também é atleta de vôlei e já competiu em campeonatos militares.

Sua dedicação e paixão pela farda refletiram nas notas altas conquistadas durante a formação, que a possibilitaram escolher uma das organizações militares mais disputadas do Exército Brasileiro, onde pôde exercer a liderança em uma das operações mais importantes da Força Terrestre.

Operação Samaúma
A Operação Samaúma, de garantia da lei e da ordem ambiental, ocorre em terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União e, mediante requerimento do governador, em outros sítios do estado. Todas as atividades ocorrem em conjunto com órgãos e agências de proteção ambiental e de segurança pública.

A atuação dos militares do Comando Conjunto Norte, que iniciou dia 28 de junho, ocorre nos municípios paraenses de Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, São Félix do Xingu e Traírão e segue até o dia 31 de agosto. O nome da operação homenageia a árvore conhecida como rainha da Amazônia, também chamada de mafumeira e kapok.

Fonte: 1º GAC Sl