Desinfecção e utilização de máscaras se mostram eficientes armas no combate à COVID-19

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Publicado em: 22 mai 2020

Resende (RJ) – Seria mais fácil se o inimigo fosse visível, mas para integrantes da Academia Militar das Agulhas Negras progredir em terrenos e preservar histórias, são missões que passaram a fazer parte da vida dos que juraram defender a Pátria. E quanto mais desafiador, maior também a certeza de que o trabalho tem sido eficaz.

No caso da desinfecção de ambientes e de áreas comuns à circulação de pessoas, as armas usadas, já conhecidas por quem entende do assunto, vão muito além dos chamados pulverizadores costal motorizado, atomizador costal motorizado e bomba de pulverização por compressão prévia. Todo esse poderoso e até barulhento arsenal de equipamentos modernos, além do pessoal engajado, chamam a atenção para atual situação.

Ao ver esses militares  do Hospital Veterinário da AMAN devidamente trajados para atacar qualquer ameaça que se mostre inimiga à saúde do Corpo Permanente da Academia e à comunidade entorno da instituição, logo se acende um alerta.

Se há combate, há guerra.

E é essa também a função das ações de desinfecção de ambientes, que têm sido realizadas de maneira mais assídua na AMAN. Durante o licenciamento dos Cadetes, de 8 a 27 de maio, espaços como corredores e dormitórios têm recebido uma rígida fiscalização e limpeza. Nada passa despercebido aos olhos de quem nasceu para proteger a vida do próximo.

As máscaras cumprem a mesma missão com maestria.Segundo especialistas psicólogos, ao ver uma pessoa com a proteção facial, o indivíduo percebe que há um contexto de anormalidade. Ou seja, ela protege quem usa e alerta quem ainda não se atentou ao perigo invisível aos olhos.

Desde o início da pandemia da COVID-19, a AMAN liberou o uso de máscaras entre os militares. Mas, a partir de 25 de maio, esse novo acessório passará a ser obrigatório.

Fonte: AMAN