A invasão alemã da Polônia

${the_title} - ${company_name}

Dias antes de iniciar a 2ª Guerra Mundial, os chanceleres alemão e soviético tinham firmado o Tratado de Ribbentrop-Molotov, um acordo mútuo de não agressão que também continha cláusulas secretas que resultariam na expansão territorial de ambos os países. Contudo, como prenúncio da invasão, notícias sobre agressões polonesas contra cidadãos germânicos desarmados e indefesos em Dantzig, atual Gdansk, começaram a ser divulgadas no noticiário alemão, que era controlado pelo ministro da propaganda, Josef Goebbels.

Posteriormente, na manhã de 1º de setembro de 1939, mais de um milhão de soldados, cerca de dois mil aviões e quase três mil veículos blindados das Divisões Panzer alemãs invadiram o território polonês em cinco colunas, que perfaziam uma ampla frente de ataque. Um novo tipo de guerra começava na Europa: a guerra-relâmpago ou Blitzkrieg, executada pelas Divisões Panzer alemãs, que penetraram ao longo do território polaco com o apoio aéreo de sua aviação, chegando a Varsóvia em poucos dias. A Luftwaffe, por sua vez, também inutilizou aeroportos e destruiu aviões poloneses ainda em solo, garantindo a supremacia aérea alemã. A superioridade quantitativa e tecnológica dos seus meios militares e a natureza favorável do terreno para a realização de operações ofensivas contribuíram para que rapidamente a Alemanha subjugasse as tropas polonesas, que não puderam conter esse ataque.

Em 3 de setembro de 1939, o Reino Unido e a França declararam guerra à Alemanha, uma breve esperança para a resistência polonesa em Varsóvia, que cantou orgulhosamente e com sotaque polonês “God save the King” e “La Marseillaise”, e resistiu bravamente à invasão alemã até o final de setembro de 1939, quando a Alemanha e a União Soviética consolidaram a invasão e dividiram entre si o território da Polônia.

 

.: Versão em pdf para impressão

Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército