Desembarque da Força Expedicionária Brasileira em solo italiano - Edição 02

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Após quatro dias em solo europeu, a tropa começou a sentir os efeitos do frio noturno. Em 20 de julho, o chefe da 4ª Seção da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE), Major Senna Campos e vários militares brasileiros foram acometidos por uma forte gripe. Os militares foram tratados no 23º Hospital Geral (182º Station) instalado na área de “feira de amostras” de Tarquínia.

Três dias depois, na Itália, a 1ª DIE reforçou o treinamento em operações militares com novos armamentos e equipamentos americanos. No mesmo dia, foi enviada ao Brasil a primeira remessa de cartas aos familiares.

O General Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira, recebeu, em 26 de julho, autorização para deslocar o 1º Escalão da 1ª DIE estacionado em Agnaro para Tarquínia, localizada a 350 Km ao norte de Nápoles. O deslocamento foi inteiramente preparado pelo Estado-Maior da 1ª DIE, que observou as instruções instituídas pelos documentos operacionais da 2ª Guerra Mundial, como o Peninsular Base Section.

No dia seguinte, partiu de Nápoles a equipe de reconhecimento para a nova área de estacionamento em Tarquínia, composta pelo General Zenóbio da Costa, Coronel Lima Brayner, Tenente-Coronel Kruel, Tenente-Coronel Castello Branco e Major Almeida Moraes. Era o pontapé inicial para o deslocamento da tropa brasileira, que lutaria para assegurar a libertação da Europa do jugo nazifascista.

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Fonte: Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército (DPHCEx) e Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército (CEPHiMEx)