Cerca de 7 mil armas de fogo, provenientes de processos judiciais, são destruídas no Espírito Santo


Crédito: 3º Sargento Aguiar

Vila Velha (ES) – No dia 20 de setembro, o 38º Batalhão de Infantaria (38º BI) em operação conjunta com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Espírito Santo, realizou, na Empresa Arcelor Mittal Tubarão, a destruição de aproximadamente 7.000 armas, dentre revólveres, pistolas, submetralhadoras, espingardas, rifles e armas caseiras, que faziam parte de inquéritos arquivados e não interessavam mais à tramitação do processo.

 

Destruição de armamento pelo Exército

Entre os anos de 2011 e 2016, o Exército Brasileiro destruiu cerca de 320 mil armas e munições enviadas por Tribunais de Justiça de todo o País. A iniciativa é prevista no Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826, de 2003) e tem como objetivo tirar de circulação os itens que se encontram em situação irregular.

Além disso, a Resolução nº 134, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pretende reduzir o número de armas depositadas em prédios públicos utilizados pelo Poder Judiciário, o que compromete a segurança orgânica dessas instalações. Para tanto, foi determinado que os tribunais enviem ao Comando do Exército, ao menos duas vezes por ano, armas de fogo e munições apreendidas, após elaboração dos laudos periciais, para destruição ou doação.



Fonte:38º BI

Crédito: 3º Sargento Aguiar