Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados desencadeia Operação Alta Pressão

 

Brasília (DF) – A proliferação da compra e venda de armas ilegais tem impacto direto na Segurança Pública. Buscando colaborar nessa área, o Exército Brasileiro, por meio do Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados (SisFPC), iniciou, no dia 8 de novembro, em todo o território nacional, outra etapa da Operação Alta Pressão. A empreitada objetiva intensificar as medidas de fiscalização no comércio de armas, munições, explosivos e produtos correlatos, bem como nos clubes de tiro esportivo.

 

 

A Alta Pressão e as demais atividades de fiscalização fazem parte do conjunto de ações tomadas pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército (DFPC), visando conter a ilegalidade e o crime, além de proporcionar mais segurança à sociedade brasileira. Todas as ações têm ocorrido de forma simultânea, contando com o apoio integrado de Organizações Militares, Órgãos de Segurança e Ordem Pública (OSOP), tais como Polícia Militar, Polícias Federal e Civil, Receita Federal, fiscalização fazendária e agências governamentais dos Estados envolvidos.

 

De acordo com o Diretor de Fiscalização de Produtos Controlados, General de Brigada Ivan Ferreira Neiva Filho, “o Exército tem feito sua parte e os resultados positivos têm sido alcançados. Hoje, podemos notar uma considerável queda nos índices de roubos por uso de explosivos. Portarias e legislações estão sendo estudadas e discutidas para lidar, de maneira enérgica e precisa, no combate ao crime, além das constantes fiscalizações”, afirmou. 

 

No último ano, o SisFPC intensificou as operações de fiscalização. Desde setembro de 2015, realizou mais de 15 operações em âmbito nacional e regional, unido forças com os órgãos de segurança pública do governo. Até o final de 2016, o Sistema pretende alcançar metas ainda maiores, com resultados favoráveis.

 

O Exército conta com mais de 300 postos de fiscalização, localizados nos Grandes Comandos, Unidades Operacionais, Circunscrições de Serviço Militar e Delegacias de Serviço Militar.

 

 

Balanço preliminar da Operação Alta Pressão em alguns Estados

 

Rio de Janeiro e Espírito Santo

 

 

Nessas duas cidades,  a 1ª Região Militar realizou, desde o início da Operação, 78 vistorias, sete autuações, percorreu cerca de cinco mil km e contou com o apoio efetivo de, aproximadamente, 400 homens, sendo parte do efetivo da Polícia Federal, Civil, Militar e Rodoviária, Corpo de Bombeiro, Polícia Rodoviária Federal e Receita.

 

Santa Catarina e Paraná

 

Nesses Estados, ocorreu uma prisão e uma interdição, foram vistoriados 67 alvos, percorridos mais de 8 mil km e houve apoio de 178 homens.

 

Bahia e Sergipe

 

Realizada pela 6ª Região Militar, foram vistoriados seis principais alvos. Houve duas autuações e 34 armas foram apreendidas. A operação contou com a participação da Polícia Militar.

 

Pará, Amapá, Maranhão e parte do Tocantins

 

Até o momento, 21 alvos foram vistoriados e cerca de 5 mil km percorridos. Cerca de 1.800 munições foram apreendidas A ação contou com a participação das Polícias Civil e Militar, totalizando 27 homens.

 

Distrito Federal, Triângulo Mineiro, Goiás e parte do Tocantins

 

No total, foram vistoriados 17 alvos e percorridos 1.500 km. O Exército contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, Policia Civil e Militar.

 

Roraima, Acre, Amazônia e Rondônia

 

Nestes Estados, somente o Exército atuou com 32 militares. Foram apreendidas 240 espoletas e cinco munições. Ao todo, 42 alvos foram vistoriados.

Fonte:DFPC
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