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Salvador (BA) – Entre 30 de junho e 2 de julho, a 6ª Região Militar participou de diversas atividades em comemoração às ações da Bahia em prol de sua independência, que ocorrera em 1823, após muitos conflitos armados contra as tropas fiéis a Portugal, em um cenário de lutas pela Independência do Brasil.

 

 

No dia 30 de junho, Atiradores do Tiro de Guerra 06/002 reverenciaram os heróis da Independência com a condução do Fogo Simbólico da cidade histórica de Cachoeira (BA) até Saubara (BA). A tocha ainda passou pelos municípios baianos de Santo Antônio, São Francisco do Conde, Candeias e Simões Filho, até chegar à Capital.

 

Com espírito cívico, no dia 1º de julho, militares da 6ª Região Militar participaram da homenagem da Câmara Municipal de Salvador aos heróis da Independência e da solenidade da Guarda da Pira com o Fogo Simbólico, no Panteão do General Labatut, no bairro de Pirajá.

 

No dia 2 de julho, as comemorações iniciaram com a participação de representações de tropas da Região Marechal Cantuária no festejo popular, no Largo da Lapinha, onde foram depositadas flores no monumento em homenagem ao General Labatut. Em seguida, o cortejo cívico seguiu pelas ruas do Centro Histórico de Salvador até a Praça Dois de Julho, no bairro do Campo Grande, local em que, na sequência, os alunos do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) conduziam o Fogo Simbólico do bairro de Pirajá ao Campo Grande, e o Comandante da 6ª Região Militar e as outras autoridades presentes depositaram flores no monumento aos Heróis da Independência. No 2º Distrito Naval, foi realizada uma cerimônia para marcar a data.

 

No município de Madre de Deus (BA), o dia 2 de julho também foi marcado pelo desfile cívico, com a participação de pelotões do 19º Batalhão de Caçadores e do 6º Batalhão de Polícia do Exército.

 

Entenda um pouco mais sobre a festividade

 

No Estado da Bahia, muitas lutas ocorreram para impedir que o Brasil se tornasse independente de Portugal, as principais ocorreram, em Pirajá, bairro de Salvador (BA), onde tropas “pró-independência” e “metropolitanos” abriram fogo uns contra os outros.

 

O General francês Pedro Labatut, contratado pelo Príncipe Regente D. Pedro para a manutenção da ordem na Bahia, organizou o chamado “Exército Pacificador” e liderou uma tropa que se dirigiu à região baiana para apoiar na luta pró-independência. Mais tarde foi substituído pelo General José Joaquim de Lima e Silva, tio do Duque de Caxias.

 

Essa data de 2 de Julho tem um significado importante para o povo baiano, por se comemorar, oficialmente, o vitorioso desfecho das lutas pela Independência do Brasil no Estado, ocorridas entre os anos de 1821 e 1823. Motivados pelo clima de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, diversos movimentos em busca da independência foram tomando força no Brasil, sobretudo, no Recôncavo Baiano.

Fonte:6ª RM
Publicado:05/07/16 17:57