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Reconhecer e cultuar personalidades de nossa história

 


Reconhecer e cultuar personalidades de nossa história
 

Homenagear personalidades da história brasileira que contribuíram sobremaneira para a unidade nacional e para o fortalecimento do desejo de criação de uma Nação é motivo de júbilo e ratifica nosso sentimento de brasilidade. Todo cidadão brasileiro deve cultuar seus líderes e os fatos que construíram o nosso presente. O Exército Brasileiro, como fiel guardião dos valores e da ética nacionais, conta com a dignificante iniciativa de militares que instigam, de maneira incansável, propostas de Leis que visam manter acesa a chama do patriotismo.
 

Mercê da Lei nº 12.701, de 6 de agosto de 2012, líderes da Insurreição Pernambucana contra o domínio holandês (1624-1654) tiveram o registro perpétuo de seus nomes no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília. A assinatura dessa Lei surgiu de um Projeto de Lei do Senado, em 2009, apresentado pelo Senador Marco Maciel e inspirado pelo General de Exército Marius Teixeira Neto, então Comandante Militar do Nordeste. Tal distinção foi consignada aos principais chefes militares do movimento de restauração de Pernambuco, quais sejam o General Francisco Barreto de Menezes, os senhores de engenho João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, o africano Henrique Dias, o indígena Filipe Camarão, e Antônio Dias Cardoso. O legado deixado por esses guerreiros, na também conhecida como Guerra da Luz Divina, estimula a percepção de todos nós, brasileiros, de que o Exército Brasileiro de hoje é fruto dos exemplos e das vitórias do Exército de ontem.
 

Na esteira dessa homenagem cívica e em busca de episódios históricos que exacerbam os valores estruturantes de uma sociedade, como patriotismo, lealdade e coragem, chegamos aos combatentes da 2ª Guerra Mundial. Aqueles militares que, em terras italianas, compuseram a Força Expedicionária Brasileira e tornaram-se exemplos às novas gerações por sua honra e bravura, são os mesmos soldados de hoje.
 

A conjuntura atual da Força Terrestre exige o resgate da brasilidade de outrora e oferece a oportunidade de capacitação profissional e de emprego de armamentos e equipamentos de alta tecnologia. Nas missões de paz, sob a égide da Organização das Nações Unidas, a Nação brasileira garante sua representatividade pela participação de um Exército formado, nos Montes Guararapes, por índios, negros e brancos; reconhecido nos campos de batalha italianos; e respeitado, no cenário mundial, por ser uma Instituição credora dos mais elevados índices de confiabilidade e credibilidade por parte da sociedade brasileira.
 

Cultuar as nossas tradições e os nossos heróis é resgatar os valores de integração, a convivência pacífica e respeitosa de diferentes culturas e etnias, o amor a uma Nação consolidada por aqueles que assumem o eterno compromisso de construir um futuro digno para as próximas gerações.
 

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